Utlizando "emoticons" na comunicação da empresa
Recebemos o seguinte questionamento de um internauta que acompanha nosso blog:
Diariamente recebo emails no trabalho em que as pessoas utilizam os emoticons. Eventualmente, uma carinha em um e-mail não pode deixar a conversa mais amena, menos dura? Em que momentos você sugere evitar e em que momentos os emoticons estariam liberados no ambiente de trabalho? E as breviações (vc, td bem, kd?) estariam no mesmo patamar dos emoticons em termos de “gambiarra” verbal?
O termo emoticon vem de uma junção de duas palavras da língua inglesa: os “icons” (icones) e “emotion” (emoções). São portanto ícones que representam emoções.
Pessoalmente aprovo o uso de emoticons apenas para contato interno na empresa, para comunicação corriqueira, do dia a dia, não formal. Jamais para comunicação interna formal e nunca em contato externo. Funcionários trocando informações por email ou chat podem usar os emoticons, como forma de humanizar mais as comunicações eletrônicas, muitas vezes impessoais e frias.
As abreviações também estão liberadas na minha opinião, nos mesmos moldes dos emoticons, ou seja, da porta da empresa para dentro, em comunicações não formais, como forma de aumentar a produtividade uma vez que as abreviações agilizam muito a escrita e a leitura. Para comunicações externas não.
Como todos sabemos, e-mails podem ser frios e impessoais. Sua objetividade e falta de emoção podem ferir suscetibilidades ou facilmente gerar mal entendidos. Se o assunto for importante e for delicado, nada melhor que a velha e boa conversa pessoal, olho no olho.
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Roberto Caldeira é adm. de empresas pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, com pós graduação em Novos Negócios pela Harvard Extension School. Executivo de sucesso das áreas de marketing e vendas, em empresas nacionais e multinacionais, contabiliza em 20 anos de atividade profissional no Brasil e no exterior, mais de 5.000 entrevistas a candidatos a vagas de emprego. Autor do livro "os Segredos do Entrevistador", com participação de Max Gehringer, com dicas sobre como se preparar para uma entrevista de emprego.
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